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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Saúde: Um bem universal Farmacovigilância.

 

Cartilhas e infográficos

(Terapia-alvo para leucemia mieloide crônica - LMC) DISCUSSÕES TEMÁTICAS(PRT 27.840.234PTEO).

 

(Terapia-alvo para leucemia mieloide crônica - LMC)

DISCUSSÕES TEMÁTICAS(PRT 27.840.234PTEO).

Dentro do contexto da Disciplina DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE NEOPLASÍAS criamos um Grupo de Estudos em Oncologia para ampliar a formação dos estudantes da especialização, Pós-Graduação. Se fundamenta que “o nosso grupo independente de estudos na ONCOLOGIA busca estimular intelectualmente os acadêmicos que estão nas especializações em Oncologia, cursos das diversas entidades no Brasil” (SILVA, 2023). Disponível em  https://wwwoncologiafbmg.blogspot.com/2023/01/assim-surge-uma-duvida-que-deve-ser.html

Devido ao seu impacto na saúde e a esperança de que se pode desenvolver meios para a cura dos canceres, muitas pesquisas tem sido desenvolvidas ao longo de décadas. Embora estes estudos tenham resultado em marcante conhecimento das bases celulares e moleculares do câncer, o impacto dos seus benefícios ainda é pequeno, quer na prevenção ou no aumento da sobrevida da maioria dos canceres (SILVA, 2023). Disponível em https://wwwoncologiafbmg.blogspot.com/2023/01/biologia-do-cancer-base-preparatoria.html

Na discussão pragmática apresentada neste momento, já avançando teoricamente na justificativa do Estudo da Biologia do Câncer, com ênfase na proposta de tese: “ANTEPROJETO DE PESQUISA PREPARATÓRIA PARA TESE FUTURA EM DOUTORADO - FARMACOLOGIA CLÍNICA: O Uso Racional de Medicamentos na Clínica Médica Especializada, com perspectiva de institucionalização de protocolos em Oncologia para adequação da Farmacologia Médica no correto procedimento de dispensação medicamentosa, considerando que deve ser uma prioridade a vigilância sanitária”; coloco em Seminário, Fórum a seguinte questão:  O uso irracional ou inadequado de medicamentos é um dos maiores problemas em nível mundial. A OMS estima que mais da metade de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de forma inadequada, e que metade de todos os pacientes não os utiliza corretamente (SILVA, 2023). Disponível em  https://wwwoncologiafbmg.blogspot.com/2023/01/assim-surge-uma-duvida-que-deve-ser.html https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/oncologia_ii_primeira_avalia____o_d

Podemos doutrinariamente e tecnicamente a luz da Farmacologia Clínica justificar a importância desta pesquisa quando se refere a “institucionalização de protocolos em Oncologia para adequação da Farmacologia Médica no correto procedimento de dispensação medicamentosa, considerando que deve ser uma prioridade a vigilância(Farmacovigilância) sanitária.  Assim surge uma dúvida que deve ser metodologicamente respondida. Os pacientes oncológicos são mais susceptíveis às reações adversas a medicamentos (RAM)? (César Augusto Venâncio da Silva). https://wwwoncologiafbmg.blogspot.com/2023/01/assim-surge-uma-duvida-que-deve-ser.html

Diante desta colocação, e com a participação de vários internautas no link: https://wwwoncologiafbmg.blogspot.com/ surgem as questões que iremos analisar e dispor nas respostas sugestões que possam levar a um protocolo de segurança.

Antes de passarmos para a análise contextual dos questionamentos aqui agregados (Terapia-alvo para leucemia mieloide crônica - LMC), vamos entender “se os pacientes oncológicos são susceptíveis às reações adversas a medicamentos indicados nos casos citados (as camadas RAM).

http://www.fda.gov

Therapeutic Goods Administration (Austrália)

https://www.tga.gov.au/

EMEA – European Medicines Agency (Europa)

http://www.emea.europa.eu

Agência Espanhola de Medicamentos y Productos Sanitarios (Espanha)

http://www.aemps.gob.es/

 Rede Brasileira de Centros e Serviços de Informação sobre Medicamentos (REBRACIM)

http://portalsaude.saude.gov.br/rebracim/

Oferece relação completa de todos os Centros e Serviços de Informação que integram a rede, serviço de solicitação de informação sobre medicamentos, calendário de eventos relacionados a essa temática, bem como artigos e boletins. O CEMED é um dos integrantes da REBRACIM.

 Portal Pro-Saúde e PET-Saúde UFMG

http://propetsaude.ufmg.br/

Informações sobre esses programas de extensão da UFMG que visam o aprimoramento na formação de profissionais da área de saúde.

 Instituto para Práticas Seguras no Uso dos Medicamentos (ISMP-Brasil)

http://www.ismp-brasil.org

Disponibiliza boletins, informações sobre eventos e cursos promovidos pelo instituto e links de outros sites relacionados a segurança no uso de medicamentos.

 Institutos para Práticas Seguras no Uso dos Medicamentos (outros paíes)

ISMP – EUA

http://www.ismp.org/

ISMP – Canadá

http://www.ismp-canada.org/

ISMP – Espanha

http://www.ismp-espana.org/

 Biblioteca Virtual em Saúde (BVS MS)

http://bvsms.saude.gov.br/

Reúne publicações, folhetos, cartazes, vídeos e legislações produzidas pelo Ministério da Saúde e pelas entidades vinculadas.

 Conselho Federal de Farmácia

http://www.cff.org.br/

Legislações, notícias, publicações, divulgações de cursos e eventos, além de outras informações de interesse da classe profissional farmacêutica. Possível também fazer solicitações de informação ao Cebrim (Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos).

 Conselho Regional de Farmácia do Estado de Minas Gerais

http://www.crfmg.org.br/

Legislações, notícias, divulgação de cursos, eventos e outras informações de interesse da classe profissional farmacêutica, além de acesso a serviços para os profissionais cadastrados no Estado de Minas Gerais.

 Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH)

http://www.sbrafh.org.br

Notícias, publicações, agenda de eventos e cursos promovidos pela SBRAFH. Há também uma biblioteca virtual.

 Medscape

http://www.medscape.com/

Oferece acesso a notícias, artigos de revisão, artigos de especialistas em educação do paciente, resenhas de livros, além de um completo bulário. O cadastro é gratuito e também é possível fazer o download do aplicativo para dispositivos móveis. Contem dados em inglês.

 Blogs do BMJ – Richard Lehman’s weekly review of medical journals

http://blogs.bmj.com/bmj/category/richard-lehmans-weekly-review-of-medical-journals/

Semanalmente, Richard Lehman faz uma análise crítica de estudos publicados em revistas médicas. Conteúdo em inglês.

 Australian prescriber

http://www.australianprescriber.com/

Periódico australiano independente que trata de medicamentos e outras terapias. São publicadas revisões didáticas e objetivas para ajudar profissionais de saúde na tomada de decisões. Conteúdo em inglês.

2.6 - Conclusão.

RAM e Evento Adverso.

Em consoante com a Organização Mundial da Saúde (WHO, 1972), as RAM são definidas como sendo qualquer evento nocivo e não intencional que ocorreu na vigência do uso de medicamento, em doses normalmente usadas em humanos com finalidades terapêutica, profilática ou diagnóstica.

Com isso, overdose, acidentais ou intencionais, e ineficácia do medicamento para o tratamento indicado, não são consideradas RAM.

Já o evento adverso é qualquer ocorrência médica desfavorável, que pode ocorrer durante o tratamento com um medicamento, mas que não possui, necessariamente, relação causal com este tratamento (OPAS, 2005).

SUMÁRIO.

I - Antes de avançarmos é importante conhecer conceitos básicos para uma cognição mais ampla em matéria de Farmacovigilância.

 NOTA DO AUTOR.

1 - Autorização de Funcionamento (AFE).

RDC n° 16 / 2014.

1.1   – https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2014/rdc0016_01_04_2014.pdf

2         - A empresa que não tiver a autorização de funcionamento do órgão sanitário competente cometerá infração sanitária.

2.1 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6437.htm

2.2 - Norma legal atualizada até a presente data(17.01.2023), na forma oficial: LEI FEDERAL Nº 6.437, DE 20 DE AGOSTO DE 1977. Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.

2.3 – RDC ANVISA 38/2013. RESOLUÇÃO - RDC No- 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013 - Aprova o regulamento para os programas de acesso expandido, uso compassivo e fornecimento de medicamento pós-estudo.

https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//rdc-anvisa-38-2013.pdf

https://www.inca.gov.br/publicacoes/legislacao/rdc-anvisa-38-2013

2.4 – Autorização de Funcionamento de Empresas (AFE) ou Autorização Especial (AE).?

2.5 – Recomendações aos pesquisadores para troca de Notas (visitem o link de seu interesse).

2.6 - Conclusão. RAM e Evento Adverso.

2.7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 1 Chou R et al. AHRQ series paper 4: assessing harms when comparing medical interventions: AHRQ and the effective health care program. J Clin Epi, 2010; 63(2010): 502-12.

2 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Glossário [Internet] [acesso em 26/03/2015]. Disponível em: http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/ix

3 Organização Mundial da Saúde . Glossary of terms used in Pharmacovigilance. [Internet]. 2011 mar. [acesso em 26/03/2015]. Disponível em: http://who-umc.org/Graphics/24729.pdf

4 Talbot, J; Aronson, JK (Ed.) Stephens’ detection and evaluation of adverse drug reactions: principles and practice. 6 ed. Chichester/UK: Wiley-Blackwell, 2012

5 European Medicines Agencie. ICH Topic E 2 A Clinical Safety Data Management: Definitions and Standards for Expedited Reporting. 1995 jun. 10 p. [acesso em 18/05/2015]. Disponível em: http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2009/09/WC500002749.pdf

 

 

 

 

ANÁLISES E ESTUDO DE CASOS. I - Antes de avançarmos é importante conhecer conceitos básicos para uma cognição mais ampla em matéria de Farmacovigilância. NOTA DO AUTOR.

 

I - Antes de avançarmos é importante conhecer conceitos básicos para uma cognição mais ampla em matéria de Farmacovigilância.

 NOTA DO AUTOR.

1 - Autorização de Funcionamento (AFE).

RDC n° 16 / 2014.

1.1   – https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2014/rdc0016_01_04_2014.pdf

2         - A empresa que não tiver a autorização de funcionamento do órgão sanitário competente cometerá infração sanitária.

2.1 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6437.htm

2.2 - Norma legal atualizada até a presente data(17.01.2023), na forma oficial: LEI FEDERAL Nº 6.437, DE 20 DE AGOSTO DE 1977. Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.

2.3 – RDC ANVISA 38/2013. RESOLUÇÃO - RDC No- 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013 - Aprova o regulamento para os programas de acesso expandido, uso compassivo e fornecimento de medicamento pós-estudo.

https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//rdc-anvisa-38-2013.pdf

https://www.inca.gov.br/publicacoes/legislacao/rdc-anvisa-38-2013

2.4 – Autorização de Funcionamento de Empresas (AFE) ou Autorização Especial (AE).?

2.5 – Recomendações aos pesquisadores para troca de Notas (visitem o link de seu interesse).

2.6 - Conclusão. RAM e Evento Adverso.

2.7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 1 Chou R et al. AHRQ series paper 4: assessing harms when comparing medical interventions: AHRQ and the effective health care program. J Clin Epi, 2010; 63(2010): 502-12.

2 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Glossário [Internet] [acesso em 26/03/2015]. Disponível em: http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/ix

3 Organização Mundial da Saúde . Glossary of terms used in Pharmacovigilance. [Internet]. 2011 mar. [acesso em 26/03/2015]. Disponível em: http://who-umc.org/Graphics/24729.pdf

4 Talbot, J; Aronson, JK (Ed.) Stephens’ detection and evaluation of adverse drug reactions: principles and practice. 6 ed. Chichester/UK: Wiley-Blackwell, 2012

5 European Medicines Agencie. ICH Topic E 2 A Clinical Safety Data Management: Definitions and Standards for Expedited Reporting. 1995 jun. 10 p. [acesso em 18/05/2015]. Disponível em: http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2009/09/WC500002749.pdf

FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE ESPECIALIZAÇÃO EM ONCOLOGIA DISCIPLINA: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE NEOPLASÍAS CARGA HORÁRIA: 60 HORAS. CRÉDITOS: 4 CR

 

FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE ESPECIALIZAÇÃO EM ONCOLOGIA

DISCIPLINA:  DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE NEOPLASÍAS

CARGA HORÁRIA: 60 HORAS.

CRÉDITOS: 4 CR

DISCIPLINA OFICIAL DA GRADE.

MÊS: JANEIRO/FEVEREIRO 2023.

https://www.avaipemig.com.br/ava/login.php

https://www.avaipemig.com.br/ava/Ied1170

https://www.avaipemig.com.br/ava/Ied1100

EMENTA:

INTRODUÇÃO .....................................................................................................

DEFINIÇÃO E CARACTERÍSTICAS..........................................................................

EPIDEMIOLOGIA..................................................................................................

FISIOPATOLOGIA ................................................................................................

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ................................................................................

DIAGNÓSTICOS - EXAMES LABORATORIAIS E CLÍNICOS.......................................

TRATAMENTO.......................................................................................................

REFERÊNCIAS........................................................................................................

REFERÊNCIAS

BARROS, A. F.; UEMURA, G.; MACEDO, J. L. S. Atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama e estratégias para a sua redução. Femina. Brasília – DF, v.40, n.1, p.31-36, Jan/Fev. 2012.

BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, Dicas em Saúde,   Onde se tratar de Câncer pelo SUS; 2007.

BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Cap II, Seção II DA SAÚDE art.196, Brasilia DF: 1988.

_____________. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

___________. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Equipe de Saúde da Família. Brasília 2012. Disponível em:<http://dab.saude.gov.br/portaldab/smp_como_funciona.php?conteudo=esf >.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE NEOPLASÍAS

___________. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de

Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica à Saúde. Brasília:DF ,2011. Disponível em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/ saudelegis/gm /2011/prt2488 _21_10_2011. html>.

_____________. Ministério da Saúde. Manual do sistema com coleta de dados simplificado.e-SUS Atenção Básica.Brasília – DF 2014.Disponível em:<http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/manual CDSESUS

130.pdf>.

_________________. A Estratégia Saúde da Família na Atenção Básica do SUS. Univ. Federal de São Paulo UNIFESP, projeto Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) 2013 .

MAROLLI.C et al ,CYFRA 21- 1 UM MARCADOR BIOLÓGICO PARA O CÂNCER DE PULMÃO; Revisa de Enfermagem/ v.9 n.9 p 50- 59 , MARSICANO, A. P. et al. Câncer de Mama. Rev. de Enf. Faculdade Santa Cruz; IV Jornada Científica de Enfermagem v.4 2014.

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MONTENEGRO T. por Redação Super. Câncer - A humanidade contra-ataca ed. 206. Nov/2004. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/cancer-ahumanidadecontra-ataca>. Acesso em 16 de Maio de 2016

PREFEITURA MUNICIPAL DE LINS. 2016.

RAGGIO A.; BARROS, E.; RODRIGUES, P. H. A. (Org). As Conferências Nacionais de Saúde: Evolução e perspectivas.Conselho Nacional de Secretaria de Saúde (CONASS) 1ed. Brasília 2009.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE NEOPLASÍAS.

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ROSA, W. A. G.; LABATE, R. C. Programa Saúde da Família: a construção de um novo modelo de assistência. Rev Latino-am Enfermagem v.13 n.6 p.1027- 34Nov/Dez2005.

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SCHNEIDER, A. ;BARROS, C. C.Técnicas de estudo em Patologia.2013, p. 43.Apostila da disciplina de Patologia geral nutrição. Faculdade de Nutrição, Universidade Federal de Pelotas. SILVA, J. A. G. INCA Instituto Nacional de Câncer; Tipos de Câncer, 2014. Disponível em:<http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home>.Acesso em: 14 de Maio de 2016.

SILVA, T. O. H. N. et al. Avaliação da dor em pacientes oncológicos. Rev. Enferm. Rio de Janeiro v. 19, n. 3, p. 359-363, Jul/Set 2011. Disponível em: <http://www.facenf.uerj.br/v19n3/v19n3a03.pdf>. Acesso em: 05 de Out de 2016.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE NEOPLASÍAS 

SILVA,V.G., MOTTA, M.C.S., ZEITOUNE, R. C. G. A prática do enfermeiro na Estratégia Saúde da Família: o caso do município de Vitória/ES. Rev. Eletr. Enf,Vitória v.12, n3, p441-8, 2010: Disponível em: <https://www.fen.ufg.br /revista /v12/n3/v12n 3a04. htm>. Acesso em: 14 de Out de 2016.

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SORATTO, J. et al. Estratégia saúde da família: uma inovação tecnológica em saúde.Enferm. Florianópolis, vol.24 no.2 Apr./June 2015. Disponível em :<http://www.scielo.br/pdf/tce/v24n2/pt_0104-0707-tce-24-0200584.pdf>.Acesso : 14 de Julho de 2016.

SOUZA, A. M. V. et al. Solicitação de exames diagnóstico no contexto da Atenção Primária à Saúde: uma revisão integrativa, Rev. Norte Mineira de Enfermagem, v.3 n.2, p 120 -143,2014.Acesso em: 14 de Maio de 2016.

SOUZA, A. S.; VALADARES, G. V. Desvelando o saber/fazer sobre o diagnóstico de enfermagem: experiência vivida em neurocirurgia oncológica. Rev. Bras. Enferm. v. 64, n. 5, p.890 – 897,Set/Out 2011.Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reben/v64n5/a14v64n5.pdf>. Acesso em: 08 de Out de 2016.

SOUZA, R. H. S. Dos primeiros sintomas ao início do tratamento: trajetória dos pacientes do sistema único de saúde com neoplasia colorretal atendidos em um hospital público de Curitiba,2016. Tese (Doutorado em Medicina Interna Setor de Ciências da Saúde), Universidade Federal do Paraná,Curitiba.Disponível em:<http://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle /1884/41947/R%20-%20T%20-%20ROSA%20HELENA%20SILVA%20SOUZA. pdf? sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em 08 de Out de 2016.

THULER L. C. S. et al. Ministério da Saúde , Instituto Nacional de Câncer (INCA) RJ Ed. 2011 . TONANI, M. Risco de câncer e comportamentos preventivos: a persuasão como uma estratégia de intervenção. Dissertação, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo.Ribeirão Preto 2007.Disponível

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE NEOPLASÍAS. em:<www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-17102007.../Marcela

Tonani.pdf>.Acesso em: 20 de Julho de 2016.

TRIVIÑOS, A.N.S. Introdução a pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas; 2009.

TURATO, E.R. Métodos qualitativos e quantitativos na área da saúde: definições, diferenças e seus objetos de pesquisa. Rev Saúde Pública.v.39, n.3, p.507-14. 2005. USP Universidade de São Paulo. Manual de Enfermagem. Ministério da Saúde e Fundação Telefônica, São Paulo, 2001. Acesso em: 14 de Out de 2016.

XAVIER, C. V.; HACHUL, M. Tumores urológicos no Brasil. RBM rev. bras. med, v.71, n.11, p.410-414, 2014.

ZELMANOWICZ, A. M. et al ABC saúde . Disponível em: <https://www.abcda saude.com.br/cancerologia/cancer-deteccao-precoce> Acesso em : 23 de Maio de

2016.

 

ESTUDO ANALÍTICO: A trajetória do câncer contada pela enfermeira: momentos de revelação, adaptação e vivência da cura.

Resumo O objetivo deste estudo foi descrever a trajetória de pessoas com câncer colorretal do diagnóstico ao fim da quimioterapia. Métodos: Pesquisa qualitativa desenvolvida em uma clínica de oncologia de Curitiba/Paraná. A coleta dos dados ocorreu mediante entrevista narrativa por meio da técnica relatos de vida, de janeiro a maio/2011, com dez participantes adultos de 35 a 60 anos. Resultados: Evidenciaram-se três categorias: revelação, adaptação e vivência da cura. Nestas observou-se o abandono de hábitos inadequados e preocupação com a famíliadiante do diagnóstico recebido. Contudo, ao inserir a doença na sua rotina diária foram necessárias adaptações para enfrentar as dificuldades diante do tratamento, mas, após o término deste, muitos sujeitos sentiram-se bem para retornar a sua função profissional, sendo esta correlacionada à sensação de autonomia que lhes era comum antes da doença. Conclusão: Verificou-se que os relatos de vida possibilitaram conhecer os cuidados, a vivência e os sentimentos dos participantes na tentativa de encarar positivamente a trajetória do câncer.

 

CRÉDITOS ACADÊMICOS:   Eveline Treméa Justino1; Maria de Fátima Mantovani2; Luciana Pulchaski Kalinke2; Elis Martins Ulbrich2;  Ricardo Castanho Moreira3. Leomar Abini2. 1. Universidade Federal do Paraná. Cascavel - PR - Brasil. 2. Universidade Federal do Paraná. Curitiba - PR, Brasil. 3. Universidade Federal do Paraná. Bandeirantes - PR, Brasil.

 

CURSO:

ONCOLOGIA

MATRICULA:

1599950797

SITUAÇÃO:

Cursando

DATA DE  CURSO :

28/11/2022

DATA DE INÍCIO DO CURSO/ACEITE 

28/11/2022

MATERIAL LIBERADO:

SIM